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Sou uma Aquariana nata. Me identifico com livros clássicos, músicas que me fazem pensar e filmes intrigantes. Gosto de gatos, quartos vazios, pessoas estranhas e silêncio.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Solidão a dois

Eu odeio ver seu tchau. Porque quando se despede de mim, porque quando vai embora, eu sinto que leva contigo uma parte minha, eu sinto que carrega o frasal de minh’alma. Eu odeio não sentir-lhe em meu alcance, odeio quando meus olhos já não são capazes de te encontrar, odeio quando tu não mais me inspiras com teu perfume e quando tuas palavras já não existem... Mas eu odeio mais ainda, a falta que você me faz sentir mesmo quando está comigo, porque eu.... Eu quero mais de você, o máximo que puder dar-me, de uma maneira estranha eu quero abrir-lhe o cérebro e desvendar cada pedaço dele. De você, eu quero tudo o que eu puder ter.

Dâmaris Rizzi
23 de Outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Minha Melhor Amiga

Sempre foi calma. Não havia nada que conseguisse irritá-la e quando conseguiam, logo ficava bem de novo, dizendo sempre com simplicidade ‘deixa, já passou...’ compreendia desde os leigos até os doutores e tratava todos da mesma forma singela, não que fosse em demasia simpática, mas tinha algo que fazia os outros sempre sentirem-se melhores. Nuca foi muito ligada ao mundo lá fora, preferia as coisas vindas de dentro, era impossível ouvir alguém falar mal daquela menina, ela cativava a todos. Eu não fui uma exceção. Pelo contrário, eu me tornei uma célebre e calada admiradora, sempre que podia estar perto dela, eu estava, e me sentia num patamar superior aos demais, bobeira... logo ela saia e ia dar atenção a outro grupo, completamente antagônico. Os anos passaram-se, eu continuei admirando-a. O tempo deixou-a mais viva, mais esperta, mais bonita, multiplicou-lhe as qualidades. O tempo nos aproximou, mas ele nunca me tirou a duvida de como aquela menina, que a primeira vista assemelhava-se com outras tantas pudesse ser tão única. Certa vez, após uma saída rotineira, na hora da despedida, virou-se indo embora e naquele momento... Ah, naquele momento eu poderia jurar que vi asas saírem de suas costas.
- Dedicado a um anjo de nome Carla Pedrini Cardoso. Que em muitas, usou sua mágica para me fazer esquecer os problemas.
04-10-2010
Dâmaris Rizzi

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Poesia Concreta

Se me perguntassem quem sou, eu diria que sou uma poesia concreta. No começo, você acha estranha, ela é diferente das outras poesias que você está acostumado, até tem um certo preconceito, você não sabe decifrá-la. Mas depois, você fica curioso, e começa a analisar aquela poesia e de um jeito estranho, você começa a entende-la e ver que ela faz sentido, apesar de todas as suas peculiaridades, ela realmente tem muito a te dizer, basta conseguir compreende-la. Daí em diante, você passa a sentir uma simpatia por aquela poesia e acaba apreciando-a. Esta sou eu. Uma poesia concreta.
 
 

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