Se me perguntassem quem sou, eu diria que sou uma poesia concreta. No começo, você acha estranha, ela é diferente das outras poesias que você está acostumado, até tem um certo preconceito, você não sabe decifrá-la. Mas depois, você fica curioso, e começa a analisar aquela poesia e de um jeito estranho, você começa a entende-la e ver que ela faz sentido, apesar de todas as suas peculiaridades, ela realmente tem muito a te dizer, basta conseguir compreende-la. Daí em diante, você passa a sentir uma simpatia por aquela poesia e acaba apreciando-a. Esta sou eu. Uma poesia concreta.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
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Lindo. *-*
ResponderExcluirBebê perfeito, vai te fazer bem ! :D
ResponderExcluir'poesia concreta, prosa caótica. ótica futura!'
ResponderExcluireu quero uma poesia concreta e marginal!
Que lindo! *-* Você escreve muito bem. Adorei! Já eu, me sinto uma incógnita.
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